terça-feira, 20 de julho de 2010

O "até já" do Jornal da Trofa


Foi anunciada a suspensão do Jornal da Trofa. O histórico jornal trofense passará a ter edições anuais, deixando as suas edições regulares que, recentemente, tinham passado de semanais para quinzenais.
É uma decisão que lamento profundamente. Tive a honra de durante os últimos meses, a convite da direcção do JT, figurar como colaborador do jornal, e em todas as edições pronunciar-me sobre os mais variados assuntos que influenciavam a vida dos cidadãos trofenses. Agradeço essa oportunidade.
Apesar de lamentar o facto, por toda a carga histórica que se associa ao jornal, esta era uma decisão que se antevia. A crise económica do país baixou os orçamentos das empresas para publicidade, o rigor na gestão dos dinheiros públicos da câmara municipal da Trofa diminuiu as receitas de publicidade por esta via, quando anteriormente este valor era manifestamente exagerado. Mas não foi só a liquidez de empresas e instituições públicas que baixou, o interesse em publicitar neste jornal também decresceu. E neste ponto, há que ser muito claro e não encobrir a realidade, o JT foi-se tornando menos apelativo, muito por culpa das decisões editoriais do jornal.
Existem vários exemplos a dar. O JT nunca foi completamente isento, ao nível da sua direcção. Das jornalistas que trabalharam neste jornal só se pode louvar o seu esforço por uma informação imparcial, contudo, as direcções do jornal que contaram nos últimos anos com elementos publicamente afectos aos PSD, reduziram a qualidade informativa e opinativa do jornal, transformando-o, ultimamente, num espaço de raiva pessoal, mesquinhez política e desvarios inconcebíveis.
Eu, pessoalmente, e a JS, institucionalmente, sofreram com esta atitude. O meu habitual artigo na penúltima edição do JT não foi publicado, para a última edição apenas os colaboradores afectos ao PSD publicaram, e JS viu a sua actividade em Covelas censurada, por ordem expressa da direcção do jornal. Enquanto isso, sobrava espaço para páginas e páginas de opinião pouco fundamentada, afecta à oposição, baseada em boatos e desfasadas da realidade e, em alguns casos pasme-se, opinião não assinada, que prejudicava gravemente a imagem do jornal.
O Eng. Luís Pinheiro, membro da direcção do Jornal, diz que restará na Trofa um jornal “que anda atrás dos factos ocorridos”. Pois bem, o eng. Luís Pinheiro e restante direcção deveriam ter entendido anteriormente que é exactamente para isso que serve um jornal: informar sobre factos ocorridos, e não sobre factos imaginados.
Falar de máfias, falta de democracia, e outros artefactos apenas serve para tentar apagar um facto: o Jornal da Trofa já não era o jornal de todos os trofenses, e os investidores desistiram de um jornal faccioso que perdeu qualidade. Apenas funcionou a lei do mercado, num mundo e numa terra em mudança, enquanto o JT se perdia nas agruras pessoais do velho poder.
Poderão contar com a minha colaboração para reerguer o Jornal da Trofa, para que esta suspensão, seja apenas um "até já".

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Passos Coelho não defende Metro da Trofa

Líder do PSD, Passos Coelho, quando questionado sobre as obras do Metro do Porto, diz que obras públicas devem ser "repensadas".
PSD Trofa corrobora a mesma posição.


Está explicado porque, em tantos anos, não houve avanços na obras do Metro. O PSD nunca teve a capacidade nem o dinamismo suficientes para concretizar a obra.

Não se pode contar com o PSD para o futuro do nosso concelho.

Felizmente, "o Metro está garantido" graças à força do novo dinamismo que existe na Trofa!

sábado, 17 de julho de 2010

Dinâmica de Crescimento

Ninguém pode ignorar o que se passa na economia, mas na Trofa está criada uma dinâmica de crescimento e de desenvolvimento, que nem a pesada crise que o País vive poderá derrotar. 
Presidente da Câmara Municipal da Trofa Joana Lima dixit

sexta-feira, 16 de julho de 2010

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Corrigir os erros e aproveitar os recursos

O ano passado, aproveitando a época eleitoral, a anterior Câmara Municipal da Trofa, organizou um torneio de voleibol de praia, que custando alguns milhares de euros, acabou por se saldar num areeiro abandonado junto ao ciclo.

A Câmara Municipal da Trofa, colaborando com a Junta de Freguesia de Santiago de Bougado, aproveitou esse mesmo areeiro abandonado, e permitiu a construção de um campo de futebol de praia junto à azenha de Bairros que, em poucos dias, já atraiu várias dezenas de jovens para aquele local.


"Em parceria com a Câmara", que, segundo António Azevedo "cedeu a areia que se encontrava no ciclo abandonada", foi possível conceber este campo e disponibilizá-lo à população.


quarta-feira, 14 de julho de 2010

ExpoTrofa excede expectativas

190 Stands
27500 visitantes

Os maiores números de sempre, acompanhados por uma redução de custos muito significativa.

Neste campeonato, ganhou a Trofa!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Justiça para a Trofa

A chegada do metro à Trofa é da mais elementar justiça para o povo da Trofa.

Por isso, a JS Trofa mostra-se claramente junto da Câmara Municipal da Trofa e de toda a população trofense na luta para que o Metro da Trofa seja uma realidade o mais brevemente possivel.

Apesar de todas as trapalhadas cometidas até 2009, não pode haver equívocos: a Trofa tem direito ao Metro.

domingo, 11 de julho de 2010

na ExpoTrofa

Os elementos dos órgãos da JS Trofa foram jantar à ExpoTrofa.
Os escuteiros acolheram-nos de braços abertos, e a JS fez a festa.

Há um ano fizemos a mudança.
Um ano depois vivemos a mudança!
Viva a Trofa!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Inovação: Trofa apresenta o seu vinho "Castro Trofa"

in Metro News
A Presidente da Câmara Municipal da Trofa, Joana Lima, aproveitou a cerimónia de inauguração da Expotrofa 2010, realizada no passado dia 3 de Julho para apresentar o Vinho Verde Castro Trofa.

Contando com a presença do Secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, a Autarca Trofense deu a conhecer o novo Vinho Verde Loureiro Castro – Trofa, através de uma breve apresentação seguida de uma prova, acompanhada com uma degustação de diferentes queijos.

O Vinho Castro Trofa foi criado como homenagem ao Monumento Histórico Castro de Alvarelhos, situado na Serra de Santa Eufémia, no Concelho da Trofa.

O Castro de Alvarelhos vem desde os tempos pré-romanos, em que controlava um vasto território que se estendia do Oceano Atlântico à Serra da Agrela e do Rio Leça ao Rio Ave. Na época romana passava por ali a via entre Cale (Porto) e Bracara Augusta (Braga), de que ainda existem alguns marcos miliários.

O Vinho Verde Castro Trofa, Branco Loureiro, engarrafado na Adega Cooperativa de Santo Tirso e Trofa, com um volume alcoólico de 11,5%, é de Denominação de Origem controlada (D.O.C.), o que significa que é um vinho de alta qualidade com número limitado, obtido a partir de castas constantes de uma lista aprovada, provenientes exclusivamente de uvas produzidas numa região determinada.

É desta ampla terra trofense, fértil em recursos naturais e de clima ameno, que surge o Vinho Castro Trofa, de carácter fresco e leve.

A produção do Castro Trofa é mais um trunfo de promoção turística e prosperidade do Concelho da Trofa, sendo um factor forte para dar solidez a uma produção económica com sentido e futuro.

A Câmara Municipal da Trofa faz mais uma aposta nos produtos da região, valorizando a promoção do Concelho e dos seus produtos, como forma de desenvolver o turismo e, consequentemente, o tecido económico trofense

O trabalho da Câmara Municipal da Trofa já é reconhecido. Com este espírito empreendedor a Trofa está no caminho do desenvolvimento.