quarta-feira, 9 de julho de 2008

Câmara Municipal???


Caso não sejas da Trofa informo-te que esta casa é mesmo a Câmara Municipal que possuímos. E já lá vão 10 anos e muito dinheiro gasto...

Motivações

A Trofa está há demasiado tempo sem um rumo, sem plano estratégico. Uma autarquia não pode limitar o seu trabalho ao arranjar de ruas, ao tapar buracos, ao arranjar jardins. A Trofa precisa de uma câmara que projecte, que tenha um plano estratégico de desenvolvimento para a Trofa, uma visão de futuro, uma visão competitiva do nosso concelho.

Jovens, estamos fartos de ficar para trás. Estamos cansados de ver os nosso concelhos vizinhos a avançar, a progredir, e nós? Amigos, estamos na JS porque acreditamos firmemente que a Trofa pode evoluir, porque os trofenses são capazes de muito mais. Os trofenses merecem mais!

Somos trofenses, nascidos e criados neste concelho que tanto nos honramos de pertencer. Apesar de novatos nestas questões queremos fazer mais pelo concelho, queremos dar voz aos jovens, queremos dar voz às mulheres e homens da Trofa que todos os dias olham para a sua cidade e não a vêm a evoluir por causa da paralisia camarária a que estamos sujeitos há vários anos. Amigos, sabemos o que fazer e como fazer para que o futuro realmente comece agora.

(parte de um discurso de Marco Ferreira)

Pólo da Juventude - Pensamos por nós, fazemos contigo!

(retirado do discurso de Marco Ferreira na tomada de posse do órgãos da JS Trofa)

"

Amigos, pergunto-vos, onde podem vocês ir à noite sem ter de sair do concelho da Trofa? Onde podem conviver num Domingo à tarde? Onde podem estudar? Onde podem viver?

O Pólo de juventude que idealizamos contaria com vários espaços.

Espaço de informação. Para ler ou estudar e espaço de informática.

Casa da juventude. Gabinetes de apoio, auditórios, salas de reuniões e centro de recursos.

Espaço de cultura e lazer, espaço para concertos. Cinema e teatro. Zona de restaurantes, abrindo ao privado.

Sinto-me capaz de vos prometer, hoje, aqui, que, com o vosso apoio, até ao final do mandato, a JS contribuirá decisivamente para a criação de um Pólo de juventude no nosso concelho."

A equipa da JS Trofa


(a partir da esquerda) Marco Ferreira; Tiago Lima; Carla Rocha; Diana Costa; Tania Ribeiro; Daniel Pereira; Daniel Azevedo; Amadeu Dias; Mauro Silva; Daniel Ferreira

Adere à JS Trofa

Toda a informação de como aderir à JS Trofa aqui:
Link

Bem vindo ;)

terça-feira, 8 de julho de 2008

A JS Trofa une-se uma vez mais contra o Aquecimento Global

As alterações climáticas constituem um dos maiores problemas ambientais que a Humanidade enfrenta na actualidade. Nesse sentido, a Juventude Socialista enquanto escola de valores políticos e de cidadania, que fomenta nos jovens o conhecimento e a responsabilidade pela preservação do ambiente, une-se uma vez mais nesta petição, procura pressionar e influenciar os governantes do G8


• Assina a petição aqui:http://www.avaaz.org/po/g8_climate_wakeup/18.php?cl=99369405-w

sábado, 5 de julho de 2008

Águas residuais a céu aberto no Muro

Quinta, 03 Julho 2008 in jornal "O Notícias da Trofa"

O presidente do Conselho de Administração (CA) da Trofáguas refuta qualquer responsabilidade da empresa municipal sobre as águas residuais que correm a céu aberto no Muro, e assegura que vai enviar um fiscal ao local para averiguar a situação.
"Tive conhecimento do caso através da comunicação social". Foi desta forma que António Pontes se pronunciou sobre os esgotos que têm corrido a céu aberto na rua Fernando Pessoa, na freguesia do Muro, Trofa.
O presidente do Conselho de Administração (CA) da Trofáguas refuta qualquer responsabilidade da empresa municipal sobre as águas residuais que correm perto de um prédio e assegura que vai enviar um fiscal ao local para averiguar a situação.
António Pontes afirmou ao NT que já ligou para os serviços da Trofáguas e para o departamento de Ambiente, "que não tinha conhecimento do caso nem lá haviam queixas registadas dos moradores".
Sobre o assunto, o presidente do CA da empresa frisou ainda apesar " de as obras já terem terminado em Abril, o colector ainda não está em funcionamento, portanto as obras não têm qualquer relação com esses esgotos" assegurou.
Mesmo sem responsáveis conhecidos, a verdade é que estas águas residuais têm causado alguns constrangimentos aos moradores daquela rua, que mal podem abrir as janelas de casa devido ao intenso odor dos esgotos, que se pode intensificar com a chegada das temperaturas altas.
Os moradores, ouvidos pelo NT queixaram-se também de tampas de contentores de recolha colectiva partidas que facilitam que os animais espalhem os resíduos domésticos no chão transformando aquela artéria numa verdadeira lixeira.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

XVI Congresso nacional da Juventude Socialista


Manuela Ferreira Leite sabe melhor que eu que o TGV e o aeroporto se farão


Manuela Ferreira Leite diz que o Estado não tem dinheiro para pagar o TGV e o aeroporto. É difícil ver aqui uma posição para quem “está” activo na economia. Como sintetizou João Villalobos em Como a clara do ovo (Corta-fitas), “porque contraria o anunciado novo ciclo do betão (ou obras públicas que no fundo são negócios dos privados) o que aborrece à grande os empresários e o sector financeiro por razões óbvias“.Se não está a querer agradar à sua tradicional base de apoio, e uma base que sabe perfeitamente que aquelas obras se farão seja qual for a cor do governo porque a economia do país depende delas de diversas maneiras, mini, macro e nos entrefolhos, para quem fala Manuela?Dispensando a salada russa das contradições de Manuela ao longo dos governos, tenho na minha que é cómodo populismo eleitoraleiro questionar estas obras.Ainda para mais quando se pergunta ao governo onde está o dinheiro para uma obra que… só avança com a vontade, e por vontade, do sector privado, que vai financiar o grosso da operação do TGV e com ela mais tem a lucrar. Penso que Lino desta vez teve razão para inquirir se MFL terá lido os dossiers: as dúvidas que subsistem entre os investidores referem-se aos modelos de negócio e gestão, ainda por clarificar, já que toda a informação aponta para uma participação mínima do Estado, cerca de um terço, cabendo aos privados a maior fatia do investimento e o remanescente aos fundo comunitários. Estão portanto uns valentes passos à frente da presidente do PSD, a quem esta simples consulta ao Google faria bem.O PSD passou do populismo versão Vila Nova de Gaia para o populismo versão Restelo. É sem dúvida uma “melhoria” que agrada a alguns — mas que a mim me parece pouco para ganhar eleições.O sector privado assiste. Percebe que MFL precisa desesperadamente de sacar boas impressões junto do eleitorado. Nem se importa com estes anacronismos: nesta altura ajuda o choradinho para ver se vem mais algum da União (as associações dos empreiteiros fazem a sua parte de lóbi) e manter o PM sob pressão ajuda à poupança, mas o sector privado sabe, tão certo como eu me chamar Paulo, que ela fará o que tem de ser feito — e se lá mais para a frente insistir na peregrina ideia de questionar o TGV e o aeroporto (este ou, preferencialmente, outro mais inteligentemente pensado em função do futuro da aviação comercial) não hesitará um segundo em aplicar-lhe um pouco populista correctivo.Porque a verdade é esta. Ser conservador com o argumento de não gastar dinheiro serve para gerir uma família e, aceito, um pequeno negócio mas não é adequado à economia de um país. Manuela Ferreira Leite sabe melhor que eu que o TGV e o aeroporto se farão porque, contas feitas, é melhor arriscar fazê-las do que não arriscar.Manuela Ferreira Leite sabe melhor que eu que na hora da verdade o (candidato a) Primeiro Ministro agirá em função dos interesses de dois dos sectores que comandam a economia portuguesa: a construção civil e o turismo.

terça-feira, 1 de julho de 2008


1 JULHO 2008

Pedro Nuno Santos em entrevista ao SemanárioO Secretário Geral da JS faz o balanço do mandato à frente da JS e analisa a actualidade política(Ver Mais)
JS - Comunicação